Dez anos fechando high ticket e franquias. Hoje construo os sistemas de IA que uso para vender.
Esta página não vende nada. É onde você descobre com quem está falando.
Role ↓Trabalho onde a decisão custa caro.
Comecei em vendas há dez anos e nunca saí. Passei por prospecção fria, negociação longa e a parte que quase ninguém quer: a conversa em que o cliente já disse não e ainda existe caminho.
Hoje trabalho como closer numa das maiores franqueadoras do país, com tickets que vão de seis dígitos para cima. É venda consultiva de verdade — o cliente está decidindo o que fazer com a poupança da vida dele, e isso muda tudo sobre como a conversa precisa ser conduzida.
Em paralelo, desenvolvo sistemas de conversa com clientes que otimizam meu trabalho nas diversas áreas em que atuo, sempre com a venda de alta qualidade como filosofia central. Não como hobby: os sistemas que uso no dia a dia para qualificar, responder e agendar são meus, escritos por mim, ajustados na prática com leads reais.
Um deles virou produto. Sou o fundador do Átimo, que otimiza processos de venda no mercado odontológico — o mesmo raciocínio de venda consultiva, aplicado a um setor onde a maior parte do faturamento se perde antes da primeira consulta.
É uma combinação incomum. A maioria de quem fala sobre IA em vendas nunca precisou bater meta. A maioria de quem bate meta não constrói nada.
Três frentes, um assunto só.
Ticket alto muda a física da venda. O ciclo é longo, raramente existe um decisor só, e o cliente vai reviver essa decisão por anos. Ninguém fecha isso somente com técnica de fechamento. Fecha com diagnóstico: descobrir cedo quem tem capital, urgência e autonomia, e ter estômago para desqualificar quem não tem. O tempo que você economiza dizendo "acho que não é para você" é o que sobra para quem é. E quando a objeção aparece, ela não é resistência: é a primeira informação verdadeira que o cliente te deu na conversa inteira.
Franquia não é venda de negócio, é venda de previsibilidade. O investidor não compra a operação: compra a chance de ela se repetir com ele do jeito que foi prometido. Trabalhei com redes dentro e fora do Brasil, e o padrão nunca muda. O que separa uma rede que vende de uma que emperra é a qualidade da resposta para três perguntas: quanto volta, em quanto tempo, e o que acontece quando dá errado. Entusiasmo não responde nenhuma das três. Número responde.
Closer bom perde metade do dia no que não é vender: organizar pipeline, responder pela quinta vez a mesma pergunta, lembrar de retomar quem sumiu, marcar reunião, montar briefing antes da call. Eu automatizei essa metade. Os sistemas que construí qualificam lead, conversam no ritmo de gente, retomam quem esfriou, agendam na agenda certa e me entregam o resumo do cliente antes de eu entrar na reunião.
No Átimo é o mesmo motor virado para fora, atendendo clínicas e levando paciente até a cadeira. Duas pontas da mesma tecnologia: uma me libera para vender, a outra vende sem mim. É aí que a coisa deixa de ser ferramenta e vira ativo.
Onde a venda trava.
Vou pensar e te retorno.
Quase nunca é indecisão. É uma pergunta que a pessoa não fez em voz alta — geralmente sobre dinheiro ou sobre alguém que precisa aprovar. Meu trabalho é fazer essa pergunta aparecer antes da despedida.
Está caro.
Caro é preço sem referência. Se o cliente não consegue comparar com nada, qualquer número parece alto. O problema quase sempre está três passos atrás, na construção de valor — não no desconto.
Preciso falar com meu sócio.
Se isso aparece no fim, foi erro meu. Autonomia de decisão se descobre na primeira conversa, não na hora de fechar.
Já usei algo assim e não funcionou.
A objeção mais honesta que existe, e a que mais gente atropela. Antes de defender qualquer coisa, quero saber exatamente o que não funcionou. Metade das vezes o problema era outro.
Fecho seis dígitos de uma montanha.
Moro num sítio em Minas e trabalho cem por cento remoto. Não abri mão de nada para chegar aqui.
Venda high ticket não acontece em sala comercial. Acontece numa chamada de uma hora em que a única coisa que importa é a qualidade da conversa.
E qualidade de conversa exige estrutura. Escritório montado, climatizado, internet Starlink e energia própria: sistema fotovoltaico off-grid com inversor de 10 kW. Não é sítio com sinal fraco e desculpa pronta: é uma operação que não cai no meio de uma negociação de seis dígitos, com uma autonomia que prédio comercial não tem.
A rotina segue a mesma lógica. Treino, como comida de verdade, não bebo. Não é regra para postar: é manutenção do instrumento. Quem trabalha conversando uma hora com alguém que está decidindo o rumo do próprio dinheiro depende de clareza, e clareza é a primeira coisa que some quando você não cuida do corpo.
Estou cercado de montanha, no interior de Minas, perto de vários parques nacionais. E aproveito tudo isso. Trabalho remoto sem método vira trabalho sem fim; com método, sobra dia. Otimizar tempo nunca foi trabalhar mais, foi terminar mais cedo.
E não vivo isso sozinho. Sou casado com a mulher da minha vida, e esse lugar a gente construiu junto, do jeito que queríamos.
Átimo
Clínica boa não perde paciente na cadeira. Perde antes — no lead que mandou mensagem às 22h e foi respondido às 11h da manhã seguinte, quando já marcou em outro lugar.
Esse é o buraco que o Átimo fecha. Responde na hora, a qualquer hora, entende o que a pessoa procura, esclarece o que dá para esclarecer por mensagem e leva para a recepção só o que precisa de gente. Sem fila de espera, sem "vou verificar e te retorno".
A régua que uso para avaliar é a mesma da venda consultiva: a conversa tem que ser boa o suficiente para a pessoa não perceber que é automática. Resposta genérica não converte — irrita. O Átimo trabalha o contexto de cada conversa, não um script.
Construído sobre a API oficial do WhatsApp, com registro auditável de cada mensagem. Nada de ferramenta não-oficial que derruba o número da clínica — o número é o ativo, e perder ele custa mais que qualquer economia.
É o mesmo raciocínio que uso vendendo franquia de seis dígitos, aplicado a um setor onde a diferença entre responder em dois minutos e responder em duas horas é a agenda cheia ou vazia.